Entre rimas e realidades
discutindo o feminicídio no ensino de história
Palavras-chave:
feminicídio, história oral, ensino de históriaResumo
O texto aborda a questão do feminicídio no contexto do ensino de História, utilizando a metodologia da história oral para explorar as experiências individuais e coletivas relacionadas ao tema. A autora compartilha sua trajetória pessoal e profissional, destacando a importância de discutir relações abusivas e feminicídio nas salas de aula. Ela descreve a implementação de uma sequência didática em escolas de Goiânia, onde utilizou a música "Rosas", do grupo Atitude Feminina, para iniciar debates sobre violência de gênero. A sequência didática incluiu a coleta de conhecimentos prévios dos alunos, a exposição de dados sobre violência doméstica e feminicídio, e a leitura de histórias reais de mulheres vítimas de feminicídio. A autora enfatiza a necessidade de abordar o feminicídio e a masculinidade tóxica nas escolas de maneira sensível e inclusiva, sem culpar os meninos como agressores em potencial. Ela destaca a importância de criar um ambiente de escuta, empatia e diálogo nas salas de aula, permitindo que os alunos se reconheçam como parte de um processo histórico em constante transformação. O artigo conclui que a história oral, entendida como escuta atenta e partilha de memórias, é uma metodologia transformadora que pode contribuir para a formação de sujeitos críticos e conscientes de seu papel histórico.
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